PASTAGEM DE VERÂO Anuais e Perenes

Verão Anuais

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MILHETO BRS 1501
Cultivar de milheto do tipo variedade precoce. Florescimento: 50 dias. Maturação: 120 dias. Finalidade: produção de palhada em sistemas de plantio direto e fornecimento de alimento volumoso aos animais. Também apresenta bom potencial de produção de grãos (cerca de 2,5 t/ha), de perfilhamento e teor de proteína no grão (12%).
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MILHETO AGRONORTE ANM38
Informações agronômicas Altura da Planta (cm): 80cm Entrada dos Animais (cm): 60cm Saída dos Animais (cm): 20cm Massa Verde – Soma de 5 cortes (ton/ha): 123,5 Massa Seca – (ton/ha): 18,2 Potencial Produtivo (Kg/ha): 2070 Teor de Proteína Bruta (%): 18 Ciclo Vegetativo (Emergência ao Florescimento): 51 Capacidade de Perfilhamento: Excelente Semeadura na Linha/Lanço (Kg/ha) Região Sul: 15/25 Kg/ha Semeadura na Linha/Lanço (Kg/ha) Outras Regiões: 12/17 à 20 Kg/ha
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Milheto VALENTE Hibrido ADRF 6010
Desenvolvido pela Sementes Adriana, o ADRF 6010 Valente é o primeiro híbrido de milheto forrageiro do Brasil. Ele recebeu este nome devido a sua incrível capacidade de rebrote, que faz com que a pastagem cresça forte e com qualidade por mais vezes do que as forragens convencionais. Isso torna o Valente uma forrageira imbatível em resultados, superando todas as outras pastagens.
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Capim Sudão BRS Estribo
A cultivar de capim-sudão BRS Estribo é uma opção interessante para uso e diversificação das pastagens anuais de verão e é indicada para pastejo e cobertura do solo. Esta cultivar vem ganhando cada vez mais destaque no meio produtivo (pecuária de corte e de leite) devido a sua boa produção de forragem, possibilidade de semeadura precoce, longo ciclo de produção, rusticidade no que se refere à seca e às condições nutricionais do solo e à grande flexibilidade de manejo.
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Sorgo Pastejo ACA 717 BMR
Sorgo forrageiro de alto valor pecuário: máxima potencialidade de energia digestível por hectare e produção de altíssima qualidade de fibra. Ao ter maior palatabilidade, o consumo do material é mais eficiente já que se aproveita tanto folhas como talos. Ideal para sistemas de alta produtividade.
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Sorgo Pastejo ACA 729
Sorgo forrageiro de valor pecuário, ótima produção de forragem de alta qualidade, excelente relação folha/caule, grande plasticidade ambiental. Folhas finas e muito saudáveis. Tipo de caules finos e de alta rusticidade Maior palatabilidade = maior eficiência de consumo
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Sorgo Silageiro ACA 730
CARACTERÍSTICAS Excelente produção de fibra de qualidade por hectare Porte alto: 3.2 a 4.0m Excelente digestibilidade para sua categoria Destacado em sistemas de alta produção de fibra/ha CALENDÁRIOOutNovDezJan Densidad14 kg/ha Sorgo silageiro foto-sensitivo de alta produção: aproximadamente 20 ton MS/Ha (dados de avaliação nacional de cultivares INIA-INASE, Uruguai) Destacada qualidade (digestibilidade da fibra). Entre seus parentais há um com gene BMR, que lhe confere melhores índices de digestibilidade em comparação a outros materiais silageiros convencionais. De 5 a 10% mais de digestibilidade: + fibra + qualidade.
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Sorgo Silageiro ACA 711 BMR
Sorgo silageiro BMR de alta qualidade de fibra. Sua produção é aproximadamente 11-15 ton MS/ha (dados Avaliação Nacional de Cultivares INIA – INASE, Uruguai) Destaca-se sua qualidade (digestibilidade da fibra), sanidade de folha e maior resistência ao acamamento.

Verão Perene

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Aruana
Família: Gramíneas Nome científico: Panicum maximum Cultivar: Aruana Hábito de crescimento: Touceiras baixas Tempo de formação: 75 dias Altura de entrada no pasto: 45 cm Altura de saída no pasto: 20 cm Produção de massa (MS): 12 a 15 ton/ha/ano Proteína bruta na MS: 9 a 10% Época de florescimento: Março Aceitabilidade: Ótima
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Brachiaria Marandu
Tem como principais características resistência às cigarrinhas-das-pastagens, alta produção de forragem, persistência, boa capacidade de rebrota, tolerância ao frio, à seca e ao fogo. Exige solos bem drenados, de média a alta fertilidade onde produz de 8 a 20 toneledas de matéria seca por hectare, por ano.
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Brachiaria MG5 XARAÉS
A cultivar Xaraés (Brachiaria brizantha), coletada em Burundi. África, foi liberada pela Embrapa em 2003 após 15 anos de avaliações. É uma planta cespitosa, de 1,5 m de altura, folha lanceolada e longa, com poucos pêlos e de coloração verde-escura. Os colmos são finos e radicantes nos nós, e as inflorescência são grandes, como espiguetas em uma só fileira. A cultivar Xaraés é apomítica e penteploíde, com 45 cromossomos.
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BRACHIARIA RUZIZIENSIS
Melhor valor nutritivo em relação a outras cultivares de Brachiaria; Sistemas integrados: consorcia bem com milho safrinha para produção de forragem de outono-inverno e/ou de palhada para plantio direto. Fácil dessecação; Rápida formação de pastagem e utilização por animais em condições de fertilidade adequada.
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BRACHIARIA MAVUNO
Para obter uma alta produtividade do seu rebanho, a alimentação é de extrema importância. O MAVUNO proporciona uma maior produção de carne/leite por UA / hectare fazendo deste material HÍBRIDO o melhor custo x benefício do mercado, alinhado com uma alta rentabilidade.
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BRACHIARIA HUMIDÍCOLA
Tolerância à solos com alagamento temporário e/ou encharcados; Adapta-se bem a solos de baixa fertilidade natural.
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CAPIM ZURI
A BRS Zuri é uma gramínea cespitosa, que deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado. Recomenda-se que o pasto seja manejado com altura de entrada de 70-75 cm e altura de saída de 30-35 cm.
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Capim Mombaça
A Semente de Capim Mombaça (Panicum maximum) possui bom Valor Cultural (% germinação x % pureza /100) e proporciona um crescimento cespitoso podendo chegar a até 2 metros de altura.
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BRS Tamani
Exigência em fertilidade do solo: Média a alta Época: Estação chuvosa Adubação e calagem: De acordo com a análise de solo e recomendação técnica Profundidade: 1 a 2 cm conforme tipo de solo Indicação de uso: Pastejo continuo, rotacionado e silagem Destaques: Porte baixo com abundância de folhas e perfilhos, produtividade, vigor e ótimo valor nutritivo
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Tanzânia
O Capim Tanzânia é um cultivar de porte médio e pode atingir a altura máxima de 1,60 metros. Utilizado por bovinos na fase de cria e engorda. Consumida também por eqüinos e ovinos. Ideal para o pastejo direto, silagem e fenação.